A dor de mães Atípicas ilheenses que não tem o direito de ter seus filhos nas escolas é grande, essa situação não é diferente na vida de Stefany Gonçalves, que já buscou todos os recursos possíveis e imagináveis para ter o direito de ver seu filho Lucas Gabriel de 5 anos na escola, ele que tem TDAH e TOD, mas até o momento nenhuma resposta positiva.
O pequeno Lucas Gabriel de 5 anos é matriculado na escola CAIC zona sul de Ilhéus, entretanto, em maio, parou de estudar, isso porque a secretaria de educação não se preocupou em contratar professores com especialidades para a educação com COENSINO para ensinar essas crianças, desde então o sonho de ver seu filhinho na escola ficou apenas no sonho.
A Secretaria de educação de Ilhéus infringe a lei, isso porque:
Em conformidade com os dispositivos constitucionais, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) determina que toda criança e adolescente tem direito à educação visando o seu pleno desenvolvimento e preparo para o exercício da sua cidadania.
Assim, é garantido o acesso à escola pública e gratuita, a igualdade de condições para o acesso e permanência na escola, o direito de ser respeitado por seus educadores e o atendimento em creche e pré-escola para crianças até 5 anos de idade, no caso da educação infantil.
Sendo assim, o direito a educação está sendo arrancado a força de Lucas Gabriel e de centenas de crianças ilheenses.
Em sua página pessoal do Instagram, Stefany externou sua dor de ter esse direito roubado pela gestão de Ilhéus.
Segue publicação
Meu filho tem tdah e tod desde maio está sem estudar por falta de coensino sem se socializar sem aprender, quando vou na Seduc manda ir para o crie e fica neste jogo de empurra empurra peço ajuda olhe por nossas crianças 🥺 ele chora para ir para a escola , isso é um absurdo 6 meses sem estudar me ajude compartilhando para as providencia venham ser tomadas pois meu filho está perdendo conteúdos importante na vida dele 😥
Em contato com o professor Anderson Marcelo Borges Ferreira, que é pai atípico e líder do movimento em prol do COENSINO em ilhéus, ele informou que o grupo já deu entrada no Ministério Público, Defensoria Pública, Secretaria de Educação de Ilhéus, além de fazer algumas manifestações, entretanto, as ações foram ignoradas.
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Uma vergonha isso que está acontecendo, educação também é um meio de tratamento desta criança.
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